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Novo pen drive wireless funciona como um HD; veja

 O Connect Wireless Stick é um pendrive da SanDisk que une conectividade e armazenamento. O dispositivo funciona sem fio e pode ser utilizado como uma espécie de microSD, diminuindo o espaço ocupado na memória do celular ou tablet com a ajuda de um aplicativo para Android e iOS, que faz backup automático de vídeos e fotos.

No Brasil, o gadget está disponível nas versões de 16, 32 e 64 GB e ajuda na transferência de dados entre dispositivos móveis e computadores. Mas será que vale a pena investir em um pendrive wireless? Confira a análise completa.

Design

O design do pendrive wireless da SanDisk é bem trabalhado. Os modelos de 16, 32, 64 e 128 GB estão disponíveis na cor preta com a tampa dourada. O de 200 GB é inteiro branco. Na lateral do dispositivo, um botão quase imperceptível permite ligar e desligar o aparelho para conectá-lo ao tablet ou smartphone.

Entre as dimensões do Connect Wireless Stick estão 2,08 x 7,82 x 1,21 cm e peso de 21,76 g. A tampa que protege a entrada USB 2.0 é removível, o que pode ser um ponto negativo para quem pretende usar o aparelho direto no computador muitas vezes. Mesmo que a ideia principal seja não precisar retirar a tampa e usar o pendrive com a conectividade Wi-Fi, a peça removível gera uma brecha para os mais desatentos perderem a proteção.


Funcionalidades

A função wireless do pendrive o torna uma espécie de microSD ou HD externo, já que faz backup do celular e salva fotos e vídeos de forma automática. O recurso funciona em conjunto com o aplicativo SanDisk Connect Drive por até 45 metros, segundo a fabricante.

No programa, disponível para Android e iOS, é possível dividir arquivos em pastas para encontrar o que deseja com mais facilidade. Além disso, o app mostra o espaço disponível tanto no aparelho móvel quanto no pendrive. O programa pode funcionar totalmente sem Internet e permite guardar os dados com uma senha Wi-Fi, oferecendo mais segurança, já que tem acesso via rede.
Outra ferramenta interessante do Connect Wireless Stick é a transferência de arquivos em até três aparelhos de uma só vez. Durante os testes, o recurso funcionou bem e permitiu compartilhar músicas de maneira simultânea.

Desempenho

Para testar o aparelho foi utilizado um Samsung Galaxy Gran Neo Duos. Na maioria dos testes realizados, o backup da galeria apresentou diversos travamentos, algumas vezes obrigando a fechar todos os aplicativos abertos no celular para voltar ao uso normal. Além disso, ao travar o programa, as imagens salvas no pendrive carregavam apenas parcialmente, ficando com uma tira colorida no meio.

No entanto, quando sem travamentos, o backup se apresentou de forma positiva, transferindo os arquivos do smartphone para o pendrive de maneira rápida. De acordo com a SanDisk, durante um teste interno, a equipe de produtos da fabricante conseguiu transferir 10 fotos em 20 segundos para um iPhone 6 Plus. Com o aparelho Samsung foi possível enviar 27 fotos em 1 minuto.

A transferência de músicas, arquivos e fotos também foi positiva e, ao plugar o pendrive em um computador, o dispositivo não apresentou problemas. Mesmo usando um gadget de 16 GB, o espaço foi suficiente para fazer o backup de toda a galeria de um celular, com mais de 1.000 fotos.
Para utilizar o pendrive no modo wireless é necessário carregá-lo em uma porta USB. Durante os testes, o gadget demorou no máximo 2 horas para chegar em 100% de carga, enquanto levou mais de 5 horas para alertar para a bateria baixa.


Custo-benefício

O preço do pendrive da SanDisk é um pouco salgado. O modelo com menos espaço de armazenamento, 16GB, custa R$ 209 e as opções mais avançadas de 128 e 200 GB só estão disponíveis fora do Brasil. Apesar disso, quem tem pouco tempo para fazer o backup da galeria do celular ou não está sempre com um computador por perto ou com Internet para transferir arquivos, o dispositivo pode valer a pena.
Além disso, o aparelho pode ser protegido por senha, o que garante mais segurança ao usuário. O USB 2.0 funciona como um pendrive normal, mas não tão veloz quanto poderia ser com uma tecnologia 3.0.

Fonte: TechTudo